Conteúdo mobile
O CONTEÚDO QUE O PÚBLICO VÊ PRIMEIRO É VERTICAL
Reels, stories e TikTok captados no celular, com linguagem nativa das redes, editados e entregues enquanto a experiência ainda está acontecendo. É o formato que mais cresce, e a gente trata com a mesma direção da câmera de cinema.
Rec01O que entra
Uma equipe.
Uma direção.
Todas as peças.
- 01Storymaker dedicado, com celular, estabilizador e microfone
- 02Roteiro de peças verticais definido antes do evento
- 03Stories publicados em tempo real durante a programação
- 04Reels editados no mesmo dia, com legenda e identidade da marca
- 05Conteúdo pensado para os perfis da marca, das influenciadoras e da agência
- 06Integração com a cobertura de câmera, a fotografia e o aftermovie
02Conteúdo mobile
Por que vertical virou prioridade
A primeira tela em que a maioria das pessoas vê uma experiência de marca é a do celular: no story de quem estava lá, no reel da marca, no TikTok da influenciadora. O conteúdo vertical deixou de ser um complemento da câmera e passou a disputar o lugar principal.
Por isso ele não pode ser improvisado. Na Timezz, o conteúdo mobile tem um profissional dedicado, um roteiro próprio e o mesmo cuidado de direção que o aftermovie.
03Conteúdo mobile
Na prática
No lançamento da coleção da Hope com a Mari Gonzalez em 2026, os stories foram produzidos e publicados durante o próprio evento, na Casa Gerassi, e o conteúdo distribuído nos perfis da Hope e da Mari passou de 94 mil visualizações. Na coleção de 2025, foram 9 stories, reel principal e vídeo de backstage.
No Schutz Room Vol. 2, o conteúdo vertical precisava entregar a estética da marca em movimento, com bastidor criativo e peças para redes. O lançamento passou de 110 mil visualizações.
04Conteúdo mobile
Mobile e câmera na mesma operação
O storymaker trabalha junto com fotógrafos e filmmakers, sob a mesma direção. A marca recebe o vertical no mesmo dia e, depois, o aftermovie e o videocase, sem duplicar equipe nem perder a coerência visual.
A Timezz é de São Paulo, com base em Perdizes, e opera em toda a capital, na Grande São Paulo (Alphaville, Barueri, ABC), no Rio de Janeiro e em qualquer cidade do Brasil. Para eventos fora da Grande São Paulo, a logística da equipe entra discriminada na proposta.
Para quem é
- Marcas de moda, beleza, lifestyle e varejo que vivem de redes sociais
- Eventos com influenciadores e convidados que publicam durante a experiência
- Agências que precisam de conteúdo vertical rápido para o cliente
- Convenções e summits que querem presença nas redes enquanto acontecem
?Perguntas frequentes
Antes
de orçar
01O conteúdo mobile é gravado no celular mesmo?
Sim. O storymaker capta no celular, com estabilizador e áudio, para ter a linguagem nativa das redes. Quando a peça pede, misturamos com imagens da câmera de cinema.
02Vocês entregam os stories durante o evento?
Sim. Os stories e reels são editados e entregues ao longo da programação para a marca publicar enquanto a experiência acontece.
03Dá para contratar só o conteúdo mobile?
Sim. O conteúdo mobile pode ser contratado sozinho ou junto com a cobertura em vídeo, a fotografia e o aftermovie.
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